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Fonte: Professora Luciana Sanches
A água sempre exerceu um forte atrativo no ser humano e está provado que, exercitar neste meio, é uma atividade física eficiente e segura para qualquer pessoa, independente do seu condicionamento físico.
A temperatura é uma das características mais óbvias da água, pois é a primeira a qual reagimos; sendo assim, a temperatura ideal da água para a prática de atividades aquáticas não-competitivas deve ser entre 27 e 29ºC. Para competições, o ideal é entre 24 e 26ºC, segundo os autores Cezar Augusto Delgado e Shirley Delgado.
E segundo outros autores como Skinner, Vlemincky, Franchimont e Cols, Joseph A. Krasevec e Dianec Grimes, a temperatura ideal é entre 27 e 30ºC. Temperaturas acima destes limites são indicadas para alguns casos de hidroterapia ou ainda alongamento e relaxamento.
Uma piscina com a temperatura da água acima do ideal pode ocasionar consequências indesejáveis para a saúde do indivíduo, tais como:
Abaixo apresentam-se as respostas fisiológicas de cada modalidade:
- aumento do fluxo sanguíneo dos músculos e aumento da pressão sanguínea, podendo provocar desmaios;
- aumento do consumo de oxigênio, dificultando exercícios cardiorespiratórios mais intensos;
- aumento da temperatura corporal central;
- fadiga prematura;
- vasodilatação a qual limitará a capacidade de exercícios;
- nervosismo;
- mal estar geral;
- náusea;
- tontura;
- quando exposta a um ambiente quente, a temperatura subcutânea aumenta mais rapidamente nas partes periféricas do corpo, de modo que a temperatura entre o tronco e as extremidades fica em desequilíbrio;
- a viscosidade da água quente é menos que a da água fria. Quanto maior a viscosidade, maior a resistência.
Whitelok e Baretood defendem: tanto no passado, quanto hoje, em muitas piscinas, a tendência de manter a temperatura da água nas faixas mais altas contraria os achados de pesquisa, ignora a indiferença térmica da temperatura da pele e coloca o usuário e o professor em risco.
Obrigado pela atenção!!!